segunda-feira, 22 de maio de 2017

Escola Dominical, A Maior Escola do Mundo



ESCOLA DOMINICAL, A MAIOR ESCOLA DO MUNDO
Rev. Hernandes Dias Lopes
A Escola Dominical é uma agência de ensino do Reino de Deus. Esta escola está presente em quase todos os países do mundo e possui milhões de alunos, que dominicalmente, se dedicam ao estudo das Sagradas Escrituras.
Seus alunos procedem de todas as denominações protestantes, são oriundos de todos os extratos sociais e abrangem todas as faixas etárias. Essa escola informa, transforma e treina pessoas para a realização da obra de Deus.
Destacaremos três importantes características da Escola Dominical:
1. A Escola Dominical é uma escola que informa acerca das verdades eternas – O livro texto da Escola Dominical é a Palavra de Deus.
As mesmas verdades que são ensinadas para as crianças são também transmitidas nas classes de adultos.
Nessa escola pessoas incultas assentam-se na mesma classe com os doutores.
Nessa escola não há segregação de idade, raça ou grau de instrução. O que estudamos nessa escola
não são os últimos inventos da ciência nem as lucubrações dos filósofos e pensadores, nem mesmo as últimas tendências da política, das artes ou da cultura, mas a verdade revelada de Deus.
A Bíblia é um livro divino humano. É inspirada por Deus e escrita por homens santos; ela é nascida no céu, amada na terra e perseguida pelo inferno.
A Bíblia é o livro dos livros: O livro mais lido e o mais negligenciado; o livro mais amado e o mais odiado; o livro mais publicado, mais comentado e mais difundido de toda a história da literatura universal.
2. A Escola Dominical é uma escola que objetiva a transformação da vida mediante o ensino fiel das Escrituras – A transformação espiritual do homem e da mulher é uma obra exclusiva de Deus.
Ainda que reuníssemos todos os nossos recursos não poderíamos sequer transformar uma vida.
Mas, quando ensinamos a Palavra de Deus, no poder do Espírito Santo, essa mensagem bendita do evangelho transforma vidas e famílias inteiras.
Os cativos são libertos, os perdidos são encontrados, os que vivem na região da sombra da morte encontram vida plena e abundante em Cristo Jesus.
A Escola Dominical não é apenas uma agência de ensino, mas, também, um instrumento poderoso de evangelização.
Por meio do ensino das Escrituras muitas pessoas têm vindo ao conhecimento salvador de Cristo e sido transformadas pelo poder do Espírito Santo.
Temos visto muitos indivíduos sendo resgatados das trevas para a luz, da potestade de Satanás para Deus, deste mundo tenebroso para o glorioso reino de Cristo.
3. A Escola Dominical é um campo de treinamento dos santos para realizar a obra de Deus – A Escola Dominical não apenas informa e transforma, mas também, treina pessoas convertidas para o exercício do ministério.
A igreja não é apenas o receptáculo da graça, mas um canal por meio do qual as boas novas do evangelho devem chegar até aos confins da terra para alcançar cada criatura.
O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, a cada criatura, em todo o mundo. O sacerdócio universal dos crentes abre largas avenidas de oportunidades para que cada membro da igreja seja uma testemunha viva da graça e um embaixador das boas novas de salvação aos perdidos.
Devemos nos reunir dominicalmente, não apenas para nos abastecermos, mas também para nos equiparmos para fazer a obra de Deus. Somos um exército. Cada soldado deve estar na sua linha de combate.
Há trabalho para todos. Os desafios são imensos, o campo é vasto, as portas estão abertas, os obreiros são poucos e a seara é grande. É tempo de repassarmos aos outros, o que temos recebido.
É tempo de nos levantarmos, munidos de um profundo senso de urgência para fazermos a obra de Deus enquanto é dia, pois a noite vem quando ninguém pode trabalhar.
Que Deus nos ajude a ter uma Escola Dominical viva, dinâmica e operosa, que informa, transforma e treina pessoas para fazer a obra de Deus!

Lição 9 O Senhor é soberano entre as nações.



Lição 9 O Senhor é soberano entre as nações.
28 de maio de 2017.

Texto Áureo
Jeremias 27.6
“E agora eu entreguei todas estas terras nas mãos de Nabucodonosor, rei da Babilônia, meu servo; e ainda até os animais do campo lhe dei, para que o sirvam”.

Verdade Aplicada
O plano de Deus é que todas as nações sejam abençoadas por intermédio de Jesus Cristo.

Objetivos da Lição
Compreender que Deus usa quem Ele quer:
Entender que Deus é o Senhor das nações;
Colocar-se à disposição para o ide do Senhor.

Glossário
Contemporâneo: Que é do mesmo tempo; que vive na mesma época;
Esplêndido: Brilhante, magnificente, admirável;
Pagão: Que se perverteu; corrupto, depravado, desmoralizado.



Leituras complementares
Segunda Jr 27.7
Terça Jr 27.8
Quarta Jr 27.9
Quinta Jr 27.10
Sexta Jr 27.11
Sábado Jr 27.12

Textos de Referência.
Jeremias 27.2-5
2 Assim me disse o Senhor: Faze umas prisões e jugos e pô-los-ás sobre o teu pescoço.
3 E envia-os ao rei de Edom, e ao rei de Moabe, e ao rei dos filhos de Amom, e ao rei de Tiro, e ao rei de Sidom, pelas mãos dos mensageiros que vêm a Jerusalém ter com Zedequias, rei de Judá.
4 E lhes darás uma mensagem para seus senhores, dizendo: Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Assim direis a vossos senhores:
5 Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo meu grande poder e com o meu braço estendido, e a dou a quem me agrada aos meus olhos.

Hinos sugeridos.
65, 224, 395

Motivo de Oração
Interceda pela Igreja Perseguida que se reúne nas prisões e em campos de concentração.

Esboço da Lição
Introdução
1. A aflição de um profeta.
2. Deus averte o povo.
3. Deus convoca ao arrependimento.
Conclusão

Introdução
Nesta lição veremos que o Senhor Deus é imponente para realizar os Seus propósitos. Estudaremos que não há poder neste mundo capaz de frustrar os Seus projetos.

1. A aflição de um profeta.
Jerusalém estava semelhante à Sodoma e Gomorra. Não se encontrava nela sequer uma única pessoa que praticasse a justiça e buscasse a verdade (Jr 5.1). A situação estava tão pervertida que Deus advertiu o povo (Jr 5.26). O estado de desgraça era notório entre os habitantes de Judá. Para Jeremias, era lamentável o fato de não haver mais velhos sentados nas praças e os jovens para cantarem (Lm 5.13-15).

1.1. O alerta de Jeremias.
O anseio do profeta Jeremias era que o povo de Judá se voltasse para Deus. Ele sabia que o grande ato de amor realizado por Deus em favor do Seu povo havia sido a libertação do Egito. Por isso, é constante a lembrança do êxodo e do deserto em suas pregações (Jr 2.2, 6; 7.22, 25; 11.4, 7; 16.14). Preocupado com a possibilidade de o povo voltar a ser cativo em terra estrangeira, ele convoca o povo ao arrependimento: “Se voltares, ó Israel, diz o Senhor, para mim voltarás; e, se tirares as tuas abominações de diante de mim, não andarás mais vagueando, e jurarás: Vive o Senhor na verdade, no juízo e na justiça; e nele se gloriarão”. (Jr 4.1-2). O resultado esperado pelo profeta era que o povo se arrependesse dos seus erros. Por isso, suas profecias eram tão intensas. Entre tantas profecias, encontramos a promessa que Deus daria uma nova aliança e que ofereceria aos homens o perdão dos pecados (Jr 31.31, 34).

Jesus é o mediador desta nova aliança. Ele afiançou por meio do Seu próprio sangue. O sangue de Jesus é o sangue da nova aliança (Lc 22.20). O principal motivo de Sua morte foi instituir esta aliança com todos que assim desejarem. A nova aliança, que seria feita com o povo de Israel para apartá-los dos seus pecados, também alcançaria os gentios para remissão de seus pecados, para que pudessem ser libertos da ira de Deus contra o pecado, tal como Ele a havia manifestado contra Israel e Judá, conforme vemos no livro de Jeremias (Jr 11.11). Mesmo nas horas mais sombrias da história de Israel, Jeremias não perdeu a esperança em seu povo. Suas pretensões eram de um arrependimento coletivo e o Senhor livrando Seu povo do que estava por vir.

1.2. Deus usa líderes pagãos para realizar Seu propósito.
Que grande ironia nos é narrada pelo profeta Jeremias. Ele nos apresenta o Eterno Deus usando um líder pagão para punir as nações. Ele recebe do Senhor uma mensagem para os reis do Ocidente. Nesta mensagem, o Senhor diz ser o Criador de todas as coisas existentes e que é por Seu gosto que Ele está entregando tudo ao rei da Babilônia, Nabucodonosor (Jr 27.5-6). Ele diz que as nações que não se submeterem às ordens de Nabucodonosor serão destruídas (Jr 27.8), entretanto, a nação que assim o fizer será recompensada (Jr 27.11).

Judá não caiu, ela foi entregue. Nabucodonosor não prendeu o rei, Deus o entregou. Os utensílios da Casa de Deus foram entregues ao inimigo pelo próprio Deus (Jr 52.17, 19). Sempre que o povo de Israel endurecia seu coração e deixava de ouvir a Palavra de Deus, o juízo de Deus vinha sobre eles (Am 2.4). Foi o pecado que trouxe destruição sobre Jerusalém, Foi o pecado que causou o extermínio do templo. Foi o pecado que extirpou tantas famílias. Foi o pecado que gerou aquele abominável cativeiro. O pecado é uma desgraça da humanidade. Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo (Hb 10.31). O povo de Israel já tinha perdido o bem mais precioso que uma nação pode ter: sua intimidade com Deus.

1.3. O perigo da contaminação.
As nações vizinhas de Israel sempre foram motivo de preocupação pelo simples fato de Israel de contínuo se envolver com suas práticas pagãs e esquecer-se do seu Libertador (Ed 9.1). O requisito essencial para o povo de Deus é ser santo. É permanecer separado dos padrões e costumes de outros povos para não perder a essência de Deus e das bênçãos que Ele reservou para nós (1Co 1.2). Seguindo os costumes da religião de outros povos, o povo de Israel chegou a sacrificar os próprios filhos (Jr 7.31; 19.5; 32.35). Jeremias usou a expressão “arrepender-se” cerca de onze vezes no decorrer de suas pregações. Mas as influências eram tantas que o povo não se arrependeu. Diante de tanta influência negativa, entendemos o choro de Jeremias por sua nação (Jr 9.1; 13.17; 14.17; 25.17-18; Lm 1.2; 2.11, 18). A razão final pela qual Judá foi levado cativo para a Babilônia tem a ver com as influências recebidas destes povos vizinhos, que fez por diversas vezes com que Israel se desviasse do verdadeiro Deus. Com tantas práticas pagãs no meio do povo de Deus, a aliança com o Senhor havia sido quebrada (Jr 22.9).

Deus não admite influências pagãs no meio do Seu povo. Durante toda a história bíblica, o povo de Israel nunca deixou de ser influenciado pela presença de poderosos vizinhos, principalmente Egito, Assíria e Babilônia. Esses povos, ora aliados, ora hostis, tiravam o sono0 do povo de Deus. Nos dias de Salomão, o Egito era seu aliado, nem por isso deixou de oferecer abrigo aos que conspiram contra ele (1Rs 9.16; 11.17, 22). A Assíria adotava uma política que incidia em exilar os povos submetidos e substituí-los por colonos que lhes eram devotados. Os babilônios, por sua vez, revelaram-se igualmente impiedosos para com as nações dependentes que tentavam libertar-se do seu jugo.

2. Deus adverte o povo.
Desde o início, Jeremias seguira um caminho sólido em advertir sujeição aos babilônios. Esta sugestão foi dada não somente a Judá, mas também aos mensageiros de muitas nações que estavam em Jerusalém (Jr 27.3-4).

2.1. O profeta das nações.
O motivo das pregações de Jeremias sempre foi levar o povo de Judá ao arrependimento, visto que ele via a Babilônia erguer-se, pela providência divina, para castigar uma nação desobediente, como era Judá. Ele orienta a submissão a Babilônia por parte de Judá e das outras nações. Jeremias, afinal de contas, era “profeta às nações” (Jr 1.5).

A chamada de jeremias para que se tornasse profeta para as nações veio logo muito cedo em sua vida (Jr 1.5). O profeta foi empossado com autoridade de Deus como Seu mensageiro (Jr 1.10). Quando Deus chama, devemos atender ao Seu chamado, pois Ele dará recursos necessários para realizar a obra. Jeremias foi ungido por Deus para ser Seu representante legal em Judá e lhe foi dada autoridade para professar os desígnios que Deus tinha para as nações (Jr 1.9-10).

2.2. O Senhor da criação.
O Eterno Deus criou tudo para que Sua glória seja vista e Ele eternamente adorado (Ef 1.6). Deus não criou um mundo tão esplêndido somente para pôr em um quadro e ao mesmo tempo não ter ninguém para admirar tudo de belo que Ele fez. Por isso, o salmista diz: “Os céus manifestam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos”. (Sl 19.1). Utilizando a posse de Sua criação, o Senhor assume Seus direitos sobre todas as nações (Dn 2.38). Ele mesmo entrega a Nabucodonosor, rei da Babilônia, Seu “servo”, todas as terras e os animais do campo para que o sirvam (Jr 27.6).

“Todas as coisas foram feitas por Ele e, sem Ele, nada do que foi feito se fez” (Jo 1.3). Judá necessitava ser punida por seus pecados e no tempo certo apareceu o servo do Senhor. Deus pode usar a qualquer um para ser servo dEle. Muitas vezes limitamos o poder de Deus. Deus nunca pode ser alocado nos padrões humanos. Deus pode efetuar punições sobre as nações, porque Ele é soberano sobre todas as coisas. Nabucodonosor era um homem cruel, mas Deus o chama de “meu servo”. Na parábola dos talentos, todos os chamados de sevos, tanto os bons como os maus (Mt 25.14, 30). O rei Nabucodonosor foi um instrumento nas mãos de Deus para efetuar a aspiração divina.

2.3. O pecado das nações contemporâneas.
As nações do mundo contemporâneo discorrem que são donos do seu próprio destino devido ao seu poderio militar. Elas vivem uma luta constante em busca da paz. Não entendem que a paz verdadeira só existe em Cristo (Jo 14.27). O pecado tem causado a degradação de nosso planeta. Às vezes, Deus permite que as catástrofes aconteçam para trazer as nações aos Seus pés. O desejo do Senhor é que cada nação e cada indivíduo se arrependa e se achegue a ele.

Como é extraordinário as nações reconhecerem que existe um único Deus Verdadeiro, Soberano e Santo e com Ele estarem aliadas e unidas em propósitos de adoração. No livro de êxodo, nos é revelado a desenvoltura de Deus em libertar uma nação inteira do domínio da escravidão. Seu objetivo era abençoá-los, convertendo-os em uma nação missionária, para pregar a Palavra de Deus ao mundo inteiro (Êx 3.7).

3. Deus convoca ao arrependimento.
Disse Jesus: “Eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores, ao arrependimento” (Lc 5.32). Embora o pecado dificulte o caminho até Deus, o arrependimento abre as portas do céu novamente (Tg 4.8). Oremos pela nossa nação! Pois feliz é a nação cujo Deus é o Senhor (Sl 33.12).

3.1. Deus é soberano sobre as nações.
O rei Davi mencionou a superioridade de Deus sobre as nações da terra: “Porque o reino é do Senhor, e ele domina entre as nações” (Sl 22.28). O Senhor não precisa ser sujeitado a ninguém. Ele faz o que lhe agrada, ninguém pode detê-Lo.

A soberania de Deus deve ser do conhecimento cristão (Sl 115.3). Falar que Deus é Soberano é exclamar que Deus é Onipotente e governa todas as nações da terra (Sl 22.28). Quando dizemos que Ele é Soberano, queremos dizer que Deus tem poder irrestrito sobre tudo e todos. Ele realiza tudo por Seu bel-prazer no céu e na terra e não existe ninguém que possa deter o poder de Suas mãos. Ele possui o direito de governar tudo tal como Ele quer, Deus é como o oleiro, que tem o controle completo sobre o barro. (Jr 18.6).

3.2. Como alcançar as nações para o Senhor?
É fato que nem todos podem partir para outras nações. Entretanto, todos os discípulos de Cristo devem estar comprometidos com a proclamação da salvação em Jesus Cristo até os confins da terra (At 1.8): orando, indo, enviando e contribuindo. O Senhor nos delegou uma responsabilidade muito grande: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pe 2.9). Que o Senhor desperte em cada um de nós o desejo missionário em busca das almas perdidas.

Alguns cristãos creem que o ganhar almas é feito dentro dos templos. Não foi isso que Cristo nos advertiu. Ele disse: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura”. (Mc 16.15). Poe esse motivo, a oração ininterrupta é tão necessária. Não devemos dar folga aos nossos joelhos, elevando nossos pensamentos ao Senhor na gratidão sincera pela salvação da nossa casa.

3.3. Toda chamada tem um preço a ser pago.
Jeremias teve um chamado para as nações porque esse foi o propósito de Deus (Jr 1.5). Em sua jornada como profeta, houve um preço a ser pago por ele. Ele chegou a amaldiçoar o dia em que nasceu (Jr 20.14). Ele sabia que não foi homem algum que o havia chamado, mas o próprio Deus de Israel (Jr 1.7). Jeremias não buscou ser bajulador de reis corruptos para ter benefícios, nem se assentou na roda dos zombadores (Jr 15.17). Ele seguiu seu chamado totalmente. A única preocupação de Jeremias era com a sua missão, que era inegociável.

Jeremias suportou muitas coisas na execução de sua missão. Ele foi incompreendido e caçado por seus adversários. Apesar disso, manteve-se leal ao seu ministério. Ele cumpriu sua missão e nunca retrocedeu. Jeremias não andava pelo que via, mas andava pela fé (2Co 5.7).

Conclusão.
Deus é grandioso. Ele é Senhor absoluto na história dos homens e das nações. Ele é soberano para dirigir o coração de reis e nobres. Ele é divino para realizar a Sua vontade. Ele é soberano sobre tudo e sobre todos. Glória a Deus pela Sua eterna soberania.

Questionário.
1. O que era lamentável para Jeremias?
R: O fato de não haver mais velhos sentados nas praças e os jovens para cantarem (Lm 5.13-15).

2. O Senhor entregou as nações na mão de qual monarca?
R: Nabucodonosor (Jr 27.5-6).

3. Somente onde existe a paz verdadeira?
R: Em Cristo (Jo 14.27).

4. O que traz a felicidade para uma nação?
R: Ter Deus como Senhor (Sl 33.12).

5. O que Jeremias chegou a amaldiçoar?
R: O dia em que nasceu (Jr 20.14).

Fonte: Revista de Escola Bíblica Dominical, Betel, Jeremias – Deus convoca Seu povo ao arrependimento, Jovens e Adultos, edição do professor, 2º trimestre de 2017, ano 27, Nº 103, publicação trimestral, ISSN 2448-184X.